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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007



máscara de vidro, montra.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Ainda a luz



numa loja o sensual candeeiro, era noite e o mocho espreitava...

sábado, 10 de novembro de 2007

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Le Cour de Justice



Uma das entradas do Tribunal de Justiça da Comunidade.
Contava assistir a uma das sessões mas devido a um mal-entendido, quiçá linguístico, entre a minha pessoa e o funcionário da recepção, o demain afinal era aujourdhui, pelo que me apresentei para assistir à sessão das 15.30 um dia depois da mesma ter ocorrido.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Um guaxinim (racoon)

















Segundo julgo saber só existem guaxinins na América do Norte (a small North American animal with black marks on its face and a long tail with black rings on it) e nesta zona da Europa, nomeadamente no Luxemburgo, onde esta foto foi feita. Amplie-se a imagem para o ver, se ele não fugiu durante o clic.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

O tecto o céu e eu

















A abóbada central do Museu de Arte Moderna Gran-Duc Jean, MUDAM (comigo cá em baixo a tirar a pic)
:)

"Cuidado! Ciganos!"


















Exposição temporária no Museu de História da cidade do Luxemburgo, Outubro 2007.

"The game of life"


















Exposição temporária no Museu de História da cidade do Luxemburgo, Outubro 2007.

terça-feira, 23 de outubro de 2007




Uma das salas do museu é dedicada aos niggers (Artista: Glenn Ligon) 'Fala-se' dos problemas que os negros enfrentam, sendo que o que vou referir de seguida não será propriamente um problema. Ou talvez seja. Bom, antes de me atrapalhar e meter os pés pelas mãos, a coisa reza assim mais ou menos.
Estão uns negros reunidos em cima da ponte. O que vão fazer? Ora, estamos aqui, let's pee. Ok, bora lá. Diz um; a água está fria! Secunda-o outro: E o rio é fundo!
O mito (será urbano?) do tamanho fálico nos negros em todo o seu esplendor.


O museu




A arte moderna...Hei-de falar disto, como leiga e sem pretensão a falar de cátedra, apenas com o direito de falar do que as minha percepção me transmite, sem que tenha de trazer à colação conhecimento de causa que não tenho, não de forma aprofundada. De fugida, digo que há coisas que admiro bastante, pela capacidade de misturar o novo e o antigo, de inventar novas formas de olhar, de quebrar preconceitos, de testar limites.
Gostei particularmente de uma obra que era uma espécie de capela gótica, em metal, preto, naturalmente, e bela de tantos vitrais que tinha, e estranha por ter imagens de esqueletos, intestinos. Lido assim, escrito assim, até eu me espanto. Na verdade só vendo e filtrando. As imagens eram subtis e o conjunto era de uma surpreendente beleza.